PSICOLOGIA POSITIVA.
- PARTE PRIMEIRA -
From: rbrd_redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: Sat, 15 Oct 2011 21:24:14 +0000
Aos meus amigos médicos e TODOS demais internautas,
radiopilhiando, estava eu justo agora a escutar a rádio
CBN, que recomendo a todos, até para percebermos, nós
gaúchos, uma forma mais suave e cortês de falar; não
que sejamos mal educados, mas não tão polidos quanto
os do sudeste.
Pois entrevistavam uma psicóloga brasileira que está
morando na Pensilvânia, para estudos nesta modalidae
de psicologia positiva, até então esconhecida para mim
e, segundo ela, no Brasil em geral.
As aplicações vão desde o nível individual, até de cole-
tividades, passando antes pelo empresarial, visando me-
lhor prestação de serviços ou produtividade.
E, de curiosidade, fiquei sabedor que esta Universida-
de é a primeira a ser fundada nos EUA, pelo brilhante Ben-
jamin Franklin.
E, de aprendizado, sábias palavras, para minha forma-
ção pessoal. Segundo ela, cujo nome ficarei devendo, pois
veio antes de eu saber que me interessaria, as pessoas em
muito geral, valorizam mais os fatos cotidianos negativos
do que positivos.
Meu interesse decorreu de eu já ter percebido outrora,
ter sim este tipo de comportamento.
E seguia ela dizendo: é como se os acertos fossem uma
obrigação, de tal sorte que, quando atingidos, daria uma sen-
sação de mera neutralidade, como se fora um 'não estar fa-
zendo mais que a obrigação'...
Se você não é o super-super, como eu, sabe que o dia é
carregado de coisas ruins, adversidades; não raro solucio-
náveis, quando muito, pelo sistema ensaio e erro.
Ora, assim, ao fim e ao cabo de um dia, terei eu somado
várias circunstâncias de fracasso. Neste caso, só me resta a
obviedade de terminar os dias com sensações de dever não
cumprido. De onde imagino derivar emoções de auto-raiva e,
principalmente, auto-descontentamento.
Vou continuar.
Ricardo Bing Reis.