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MAIL
ENVIADOS PARA AMIGOS
PARA
QUEM SE PRESTA ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SO-
FRIMENTO HUMANO E A MORTE'?
- PARTE PRIMEIRA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e todos demais internautas,
já respondendo, à todos seres vivos passíveis
de sofrer
e morrer; assim, a todos os Seres Humanos.
Mas o raciocínio, se prestará mais às
pessoas não ex-
tremamente pobres. Explicarei porque no próximo tex-
to, enquanto que neste, faço alguns pareceres prelimi-
nares.
Nos países muito pobres, que beiram condições
de
miserabilidade e situações até sub-humanas,
o sofri-
mento é de tal forma e tal monta, que não sei
definir
nem descrever, por nunca ter tido uma suficientemen-
te significativa experiência 'in vivo'.
Como todo médico brasileiro, já exerci a profissão
a comunidades carentes, mas não vivi o cotidiano des-
tas comunidades muito pobres.
Tenho histórias que julgo curiosas, relacionadas com
assistência médica à comunidades pobres,
no meu pas-
sado médico e até do presente. Mas é
assunto para o
'Bloco Nono', em 'Eu, eu mesmo, por mim mesmo'.
O Brasil tem regiões com IDH (Índice de Desenvolvi-
mento Humano) comparáveis com os das nações
mais
ricas (G5), em contraste com suas outras regiões, com-
paráveis à pobreza de recantos africanos mais
miserá-
veis.
Na formação teórica e prática
de um médico no Bra-
sil, há de se estudar e exercer nestas duas realidades
distintas; até que, após formado, define-se
por Medici-
na Comunitária ou de Especialista. Se é que
este racio-
cínio pode, ao menos sucintamente, ser colocado desta
forma.
Ricardo Bing Reis. |

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ENVIADOS PARA AMIGOS
PARA
QUEM SE PRESTA ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SO-
FRIMENTO HUMANO E A MORTE'?
- PARTE SEGUNDA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e todos demais internautas,
penso ser sempre sensato não escrever sobre o que não
se tem suficiente vivência.
Nestes locais, por exemplo, regiões da África,
regiões
da América Latina e Ásia, as causas de morte,
em supo-
sição minha, seriam mais ou menos assim:
1- 1/4 relacionadas à desnutrição;
2- 1/4 relacionadas à doenças infecto-contagiosas;
3- 1/4 relacionadas à acidentes (que incluem alcoo-
lismo, drogas, criminalidade, narcotráfico, etc);
4- 1/4 por outras causas.
Assim, temos aqui, as condições de vida e as
doen-
ças, como causa de infelicidade.
Ou por outra, nestas vastas regiões do mundo, os fa-
tores patogênicos gerariam a infelicidade.
São os países 'Emergentes', que já foram
chamados
outrora, de 'Sub-desenvolvidos' ou 'Países em Desenvol-
vimento'.
Outros estudiosos, aparentemente ainda mais criteri-
osos, dividiam este mesmo mundo em 5: primeiro, se-
gundo, terceiro, quarto e quinto mundo. O primeiro, d a
riqueza, o quinto, da miséria.
Se tais classificadores são do 'primeiro mundo', e
de-
vem ser, me pergunto se, através deste artifício,
não es-
tariam, magicamente, se 'abduzindo' da pobreza do res-
to do planeta.
Digo planeta porque este, como que por um decreto,
alojaria 5 dele nele mesmo, sabidamente uno! Maluqui-
ce. Seria uma forma de negar que, se as coisas são
co-
mo são, não seriam relacionadas a eles, ricos?
Uma vez
que, estão em 'mundos diferentes', algo como se o pla-
neta fosse em formato de um cacho de uva (de cinco go-
mos); e não como uma esfera una.
Pois, assim sendo, tudo que acontece acolá, tem a ver
com o que acontece aqui e vice-versa, principalmente ago-
ra com o incremento da globalização (que, contrário
ao que
se faz pensar, não é advento recente ligado
à informática,
mas milenar; ou não se migrava e navegava há
muito an-
tes de Cristo)?
Aqui, fechando a questão, lembro a saudosa banda de
rock 'The Police': 'One world is enough for all of us'...
Por outro lado, como veremos no próximo texto, os paí-
ses ricos, ditos 'Desenvolvidos', tem como 'causas mortis'
doenças que, ao contrário, são causadas
pela infelicidade;
no meu ponto de vista.
Sintetizando. Enquanto nos países pobres as doenças,
grosso modo, geram a infelicidade; nos países ricos,
a infe-
licidade, grosso modo, gera as doenças.
E as doenças são, no mais das vezes, a mãe
geradora
das mortes.
R icardo Bing Reis. |
|
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE PRIMEIRA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e todos demais internautas,
esta pergunta será respondida por pinçamento de
idéi-
as já registradas nos 2 textos anteriores.
Mas, antes de fazê-lo, cumpro observar que parece
não haver, no mundo todo, sofrimento comparável
ao
dos povos africanos em extrema pobreza. ]
Vejam as fotos que não raro correm pela internet re-
tratando as crianças morrendo por desnutrição,
'pele e
osso'! E as mortes dos adultos africanos por inanição,
à míngua por doenças infecto-contagiosas
como AID e/
ou tuberculose; malária, verminoses e todos os outros
tipos de moléstias, que em nada combinam com o su-
posto 'admirável mundo novo'! Que, de admirável
mes-
mo, tem, no seu lado negativo, seu atraso no quesito
distribuição de renda.
Partindo desta linha de pensamento, fica difícil não
concordar que o maior sofrimento humano, e mortes re-
lativas, estão no continente africano.
E, então, se faria imperativo, abordar primordialmen-
te este sofrimento. Ocorre que a gênese destes sofrimen-
tos se fundamentam em causas orgânicas, que não
são
o objeto de estudo deste web-site, muito embora sobre
isto, aqui e ali, muito se falará.
Mas, perceba, é uma missão humanitária,
a ser, ou
ainda, que deveria ser, desenvolvida pela OMS (Organi-
zação Mundial de Saúde), vinculada à
ONU (Organização
das Nações Unidas).
Contudo, e sobretudo, o principal motivo é que, sen-
do um web-site, não teria como ser acessado por estas
pes-
soas da extrema pobreza, visto que, neste grau de carên-
cia, não possuem computadores.
Mas eu ainda pretendo, mediante pesquisas posterio-
res, escrever algo a respeito.
Se tivesse que dar uma pincelada neste assunto, diria
que, estas pessoas não tem sequer a sua estrutura bioló-
gica (existência) em condições mínimas
de se manter exis-
tentes. Quanto mais conseguir, sem isto, obter uma estru-
tura mental mínima nas suas relações primárias
de raiva e
medo, já que esbarra em sentimentos ainda mais anterio-
res, qual seja fome, fraqueza e dor. É um sofrimento
do 'so-
ma', na sua raiz, antes mesmo da raiva e medo. Então,
a-
bordar abstrações psíquicas, nestas condições,
fica compli-
cado, já que está em jogo a sobrevivência,
sem vivência.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE SEGUNDA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e Todos demais internautas,
embora o título seja pertinenete à determinada
aborda-
gem, vou fazer de conte que o título é outro e
escrever
aqui algumas frases que, não por acaso, estão
na mi-
nha pasta de artigos interessantes. São apanhados que
que dão sentido à música 'Imagine' de John
Lennon.
1- ... 'o objetivo principal da ajuda humanitária é
salvar vidas, reduzir o sofrimento humano e resgatar o
potencial de pessoas gravemente ameaçadas'...
2- ... na África e regiões semelhantemente pobres,
a saúde e a sobrevivência das populações
estão em ris-
co e há pouca ou nenhuma assistência médica
disponí-
vel. Sem ação imediata, mais vidas não
são salvas'...
3- ...'há de se chamar a atenção do mundo
para
povos e sofrimentos humanos que não entram na pau-
ta dos meios de comunicação'...
4- ...'são pessoas em situação de dor,
privação e
miséria extrema'...
&n bsp; 5- ...'população é desnutrida
e é vítimade doenças
como cólera, tuberculose, malária, meningite e
doença
do sono, de Chagas, leishmaniose, Aids, febre amarela.
São consideradas doenças endêmicas e, negligenciadas,
dizimam milhares de pessoas. Estas pessoas sofridas ao
limite do (in)suportável pelo ser humano, necessitam
a-
tendimento médico e também psicológico'...
6- ...'não bastasse, ainda temos os conflitos arma-
dos, onde a população civil é atacada,
violentada, mor-
ta. São obrigados a deixar suas casas e terras'...
7- ...'em função da desnutrição
e precárias situa-
ções de vida, o sarampo, geralmente não
mais grave,
é muito frequentemente fatal'...
Chega? O pior está por vir : ...'as crianças são
as
mais afetadas pela fome e pela desnutrição. Suas
fisio-
nomias,invariavelmente são de uma triste apatia. No
mundo, a cada cinco segundos, uma criança morre de
desnutrição. A cada ano, 6 milhões de crianças
morrem
antes de completarem cinco anos, devido à fome associ-
ada a doenças'...
Achei mais esta: ...'pessoas atingidas por catástro-
fes subitamente perdem tudo; casa,, bens, pessoas que-
ridas. Elas estão altamente traumatizadas e precisam
de
apoio médico, psicológico e social urgente. A
rapidez e a
agilidade na resposta à crise são fundamentais
para sal-
var mais vidas'...
Agora de jornal: ...' o bebê Minh aj chocou o mun-
do há tres meses e se tornou símbolo da fome que
de-
vasta a Somália. Esquelético, o menino tinha sete
meses
e pesava 3,2 quilos. Hoje, graças à atuação
de instituição
humanitária, sobreviveu e se tornou um bebê de
10 me-
ses, bochechudo e capaz de engatinhar. Infelizmente, o
caso de Minhaj é exceção. A fome já
matou dezenas de
milhares de pessoas na Somália'...
Sem comentários.
Mas segue.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE TERCEIRA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TDODOS demais internautas,
no texto anterior, iniciei assim: ...'embora o título
seja per-
tinenete à determinada abordagem, vou fazer de conta
que
o título é outro e escrever aqui algumas frases
que, não por
acaso, estão na minha pasta de artigos interessantes.
São a-
panhados que dão sentido à música 'Imagine'
de John Len-
non'...
E vou continuar, também neste texto, a empurrar o as-
sunto do título ainda mais uma vez, para o próximo.
E no mesmo texto anterior, terminei assim: ...'a fome já
matou dezenas de milhares de pessoas na Somália'... Sem
comentários!'...
Pois é aqui que começo a descorrer o assunto deste
tex-
to, tentando comentar o 'sem comentários!...
Quando leio matérias como esta nos jornais, revistas;
ou
ouço no rádio, ou vejo na TV por reportagens ou
documentá-
rios, tenho reações:
1- O mal-estar que me causa é tamanho, que penso: 'Is-
to não é aqui (embora também seja, já
que moro no Brasil),
'é muito lon ge', num outro mundo, no quinto mundo; como
se fosse num outro planeta, como se eu morasse numa 'ilha
de prosperidade em meio a um mundo desabando'.
gação;
2- Impaciência desagradável, por vontade de fazer
algo,
por onipotência, e um 'cair de ficha' de que não
posso fazer
nada e de que isto é função da ONU e OMS.
Com isto, tiro
de mim qualquer 'responsabilidade;
3- Mudo de pensamento da forma como posso, mudo de
assunto assim que puder se em conversa.
4- E, por fim, segue tudo como se nada tivesse visto, como
se nada estivesse acontecendo, como se não estivesse
morren-
do uma criança no mundo a cada 3 segundos por desnutrição.
E continua.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE QUARTA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TDODOS demais internautas,
...'a fome já matou dezenas de milhares de pessoas na
So-
mália'...
No texto anterior, comentei que quando leio matérias
co-
mo esta nos jornais, revistas; ou ouço no rádio,
ou vejo na
TV por reportagens ou documentários, tenho reações:
1- NEGAÇÃO > o mal-estar que isto me causa
é tamanho,
que me imponho pensar: 'Não é aqui (embora também
seja,
já que moro no Brasil), 'é muito longe', num outro
mundo, no
quinto mundo; como se fosse num outro planeta, como se eu
morasse numa 'ilha de prosperidade em meio a um mundo de-
sabando'. Se eu fosse mais rigoroso neste raciocínio,
não se-
ria tão exagerado assim fazer um paralelo desta circunstãnci-
a com uma pessoa se afogando no lago e, nós, passando
ao
lado de iate, nem estendemos a mão para salvá-lo!
É exage-
ro? Você tanto pode dizer que sim quanto que não.
E esta ne-
gação, pelo menos da forma que eu faço,
é, sim, covardia pu-
ra: nego o sofrimento extremo dos outros, com isto, nego aju-
da, pois negando, n ão haveria quem carecesse desta ajuda.
2- CULPA > constatar o sofrimento extremo dos outros me
gera impaciência desagradável, pois sei que, apesar
da nega-
ção comentadA no 'item 1', há uma certa
'consciência' de que,
se eu me esmerasse, haveria como ajudar adequadamente.
Mas talvez seja a preguiça que me faz desistir. Ora,
ter pregui-
ça em ajudar alguém definhando, gera o sentimento
de culpa.
E, havendo culpa, pelo menos parece ainda haver raias de bon-
dade dentro de nós mesmos. A culpa, em muitas, e mais
mui-
tas circunstâncias, é inadequada e/ou desproporcional;
contu-
do, aqui, neste caso, é adequada.
3- COVARDIA > não enfrentar a negação
e também não
dar ouvidos aos chamados do meu sentimento de culpa, abor-
dados nos 'itens 1 e 2'; demonstram o quanto me sinto impo-
tente frente aos problemas do mundo; o quanto me acovardo
em pelo menos tentar ajudar.
É isto.
Continuo, embora, acredite, seja custoso para minha onipo-
tência, escrever estas coisas.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE QUINTA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TDODOS demais internautas,
mais sobre quase o mesmo, mas não o mesmo, do texto
passado. Parece igual, mas não chega a tanto.
...'a fome já matou dezenas de milhares de pessoas na
Somália'... Comentei que quando leio matérias
como esta
nos jornais, revistas; ou ouço no rádio, ou vejo
na TV por re-
portagens ou documentários, tenho reações:
1- NEGAÇÃO > mudo de pensamento da forma como
pos-
so; e, se este assunto brotou de uma conversa, procuro tro-
cá-lo por outro mais ameno.
2- CULPA > talvez seja a preguiça que me faz desistir
de
ajudar. Ora, ter preguiça em ajudar alguém definhando,
gera
o sentimento de culpa. Ao menos isto. Não estou me referin-
do à culpa incoerente pelo mundo ser como é. Pois
o é, por
causas multifatoriais, milenares. Ou você se julga culpado
por
todas mazelas do mundo? Caso sim, observe que isto pode ser
reflexo da sua onipotência. Estou sim me referindo à
culpa co-
erente, por nem tentar mudar, um mínimo que seja, o mundo
que r esultou e está aí.
3- COVARDIA > não enfrentar a negação
e também não
dar ouvidos aos chamados do meu sentimento de culpa, de-
monstram o quanto me acovardo em pelo menos tentar aju-
dar; agindo como se nada estivesse acontecendo, como se
não estivesse morrendo uma criança a cada 3 segundos
por
desnutrição.
É isto.
Não, não é só isto.
Estes 'itens 1, 2 e 3', deixam exposto mais ainda meu e-
goísmo, meu não-altruísmo, meu não-saber-dividir,
meu que-
rer tudo para mim. Este tripé de graves limitações,
é o maior
atestado de 'PEQUENEZA', que, agora vejo, assino.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE SEXTA - |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE SÉTIMA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
fechei texto precedente comentando meu egoísmo, meu
não-saber-dividir como meu maior atestado de 'PEQUE-
NEZA'.
Observo que, para alguns nem tão poucos cristãos,
o
sofrimento é visto como uma virtude. Em documentário
que vi a cerca de 10 anos, mencionou-se que o cristianis-
mo traz consigo uma carga significativa de depressão.
Não que seja uma religião deprimente, em absoluto.
Que interprete-se muito bem esta passagem! O que se
referiu, é que no próprio símbolo, temos
Jesus crucifi-
cado, tendo morrido por nós; de forma que já nascería-
mos devedores à ele. Sinto-me a vontade para escrever
o feito, pois sou católico e não vejo mal nisto,
desde que
se tenha a verdadeira dimensão disto.
Tal filosofia religiosa cristã, se é que pode-se
escrever
assim, não pode ultrapassar limites, gerando uma despro-
porção que, pela culpa incrustrada, traga prejuízos
à pró-
pria pessoa. Como que uma auto-punição psíquica,
como
que uma auto-mutilação psíquica, como que
au to-sabota-
gens que não raro se comenta como 'medo de ser feliz'.
Deixar este sentimento de tristeza e/ou de culpa
(fruto de formação religiosa não adequadamente
elabora-
da por ponderação e moderação) martelar
sua cabeça o
tempo todo, consciente ou inconscientemente, é se auto-
martirizar, neurotizar-se.
Não, isto não serve.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE OITAVA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
Mas pensar na pobreza extrema à ótica de suficiente
maturidade psíquica, é uma nobre maneira de canalizar
sua onipotência. Já que acrescentei a expressão
'maturi-
dade psíquica', é mister observar que, está
incutido no
sentido do pensamento, o domínio da onipotência
dentro
da realidade. A expressão é 'dentro da realidade';
sempre
'dentro da realidade'.
Aquele que não tem espaço no seu coração
para a com-
paixão, para a piedade, para o altruísmo; dirá
que a 'pobre-
za estrema' é fruto da Seleção Natural,
onde o mais forte
suplanta o mais fraco. Isto, além de ser uma tolice por
si,
peca até sob o ponto de vista Darwiniano, já que
a afarma-
tiva por ele citada não é esta, mas sim 'o mais
adaptado
tem mais chances de sobreviver'. Ou algo mais ou menos
por aí. Charles Darwin, que estudou teologia em sua prepa-
ração ao sacerdócio (caminho que abandonou),
provavel-
mente não gostaria de ver sua tese assim distorcida e
inter-
pretada pelos mega-egoístas e anti-sociais. Menos ainda
para sub-estimar vidas humanas ou não-humanas, mas
vidas, na ótica biológica, sua paixão.
Evolucionismo é tu-
do que não se passa nos medíocres pensamentos
que per-
correr os neurônios deste cérebro como que descerebrado.
A evolução das espécies, hoje passa pela
evolução do pen-
samento da espécie humana. Aquele que conclui ser a ex-
trema pobreza fruto de Seleção Natural, pode até
ser um
'Ser', mas nunca um 'Ser Humano', pois carece de virtudes
humanitárias.
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE NONA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
fechei texto precedente comentando meu egoísmo, meu
não-saber-dividir como meu maior atestado de 'PEQUE-
NEZA'. Complementado pela minha onipotência, amigo
inseparável do egoísmo.
Mas pensar na pobreza extrema à ótica de suficiente
maturidade psíquica, é uma nobre maneira de canalizar
sua onipotência. O altruísmo é como a onipotência
vira-
da do avesso, não que seja o oposto, mas sim a outra
fa-
ce de uma mesma moeda, se apresentando com serven-
tia diferente, de servir.
Já que acrescentei a expressão 'maturidade psíquica',
é mister observar que, está incutido no sentido
do pensa-
mento, o controle da onipotência dentro dos domínios
da
realidade. A expressão é: 'dentro da realidade'!
A miséria munial é muito grande. Grandes populações
em várias regiões do mundo.
Pensar em ajudar é como que objetivar uma atitude he-
róica, desanima. Sobrevém a ACOMODAÇÃO.
Tendemos a 'jogar' t al empreitada para os 'órgãos
com-
petentes', como a 'ONU' e 'OMS (OrganizaçãoMundial
de
Saúde). Tira-se, de si mesmo, qualquer 'responsabilidade',
mantendo-se assim, refugiado em sua perfeição.
Mas não sei julgar até que ponto estes 'órgãos
compe-
tentes' tem sido ou não competentes em suas missões.
Vendo as coisas como estão, daria para afirmar, com ra-
zoável margem de segurança, que os 'órgãos
competentes'
estão insuficientes.
Ainda por completar.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE DÉCIMA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
pensar em ajudar, de alguma forma, aos que vivem em
miséria extrema, é como que objetivar uma atitude
he-
róica, desanima. Sobrevém a ACOMODAÇÃO.
Tendemos a 'jogar' tal empreitada para os 'órgãos
com-
petentes', como a 'ONU' e 'OMS (OrganizaçãoMundial
de
Saúde)'. Tira-se, de si mesmo, qualquer 'responsabilidade',
mantendo-se assim, blindado em sua perfeição,
e em sua
comodidade na inércia.
Mas não sei julgar até que ponto estes 'órgãos
compe-
tentes' tem sido ou não competentes em suas missões.
Vendo as coisas como estão, daria para afirmar, com ra-
zoável margem de segurança, que os 'órgãos
competentes'
estão insuficientes.
Existem instituições com fins altruístas.
Como em tudo,
há de se policiar idoneidade.
Sou Rotariano licenciado, e gostei de seu 'modus operan-
di', com ações locais, como captação
de alimentos a ser dis-
tribuída aos carentes pelos 'Bancos de Alimentos'; e
ações
internacionais, sustentadas pel as mensalidades dos Rotari-
anos, tendo como maior destaque de ação nobre,
liderança
no fornecimento de vacinas anti-poliomielite para o continen-
te Africano.
Também 'Organizações Não Governamentais
(ONGs)' a-
tuantes e altruístas. Mas há de se ter cuidado
e rigorosa pes-
quisa sobre a qual prentendes ajudar, algumas podem ter
suspeitas relações com órgãos governamentais,
como que
desfazendo a característica 'não governamental'.
Mas rati-
fico que, a maioria das 'ONGs', são do bem.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE DÉCIMA PRIMEIRA -
From: redacaoshm@hotmail.com
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
escrevi no texto anterior que pensar em ajudar, de algu-
ma forma, os pobres extremados, ou miseráveis, ou ain-
da indigentes, é como que objetivar uma atitude heróica,
desanima. Sobrevém a ACOMODAÇÃO. Mas comentei
ain-
da da existência de instituições com fins
altruístas. Como
em tudo, há de se policiar idoneidade.
Simpatizo e contribuo voluntariamente com uma institui-
ção incrível, chamada 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)'.
O 'MSF' luta para chamar a atenção do mundo para
po-
vos em sofrimento, que não entram na pauta dos meios
de
comunicação.
O objetivo central da ajuda humanitária é salvar
vidas,
reduzir o sofrimento e resgatar o potencial de pessoas gra-
vemente ameaçadas. O 'MSF' está presente onde
a saúde
e a sobrevivência das populações estão
em risco e há pouca
ou nenhuma assistência médica disponível.
Muitas vezes, é
a primeira organização da ajuda humanitária
a chegar ao
lugar atingido. Também acabo de me lembrar da Cruz Ver-
melha!
Procure i no site, informações de como eu poderia
traba-
lhar um período como médico voluntário
na África, no en-
tanto fui informado que minha especialidade, Otorrinola-
ringologia não faz parte do perfil que necessitam; ênfase
para Clínicos, Pediatras, Médicos Comunitários,
Infectolo-
gistas, Cirurgiões e Traumatologistas. Restou-me a opção
de contribuição financeira mensal, que aderi.
Resulta que a cada ano, mais de 3.500 'Médicos Sem
Fronteiras' e profissionais de outras áreas da saúde,
den-
tre eles enfermeiros e psicólogos, partem de diferentes
países, em direção a quase 400 projetos
de ajuda huma-
nitária, onde se unem a mais de 20 mil profissionais
lo-
cais, levando assistência médica profissional a
pessoas
em situação de dor, privação, miséria
extrema, depres-
são; em suma, sofrimento humano extremo, linha tênu-
e para a morte iminente.
Além de atuar em regiões de pobreza extrema mun-
do afora, também participam de:
1- conflito armado: 31%;
2- epidemias e endemias: 42%;
3- violência sexual: 18%;
4- desastre natural: 8% (por exemplo, Haiti: jan/10).
E segurá.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE DÉCIMA SEGUNDA -
From: redacaoshm@hotmail.com
To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando continuidade ao tema 'Médicos Sem Fronteiras':
'NO MUNDO, A CADA CINCO SEGUNDOS, UMA CRIAN-
ÇA MORRE DE DESNUTRIÇÃO'.
Pensamento: durante o tempo usado para ler a frase a-
cima em maiúsculas, morreu uma criança. Durante
o tem-
po em que você está lendo este pensamento, mais
duas!
As crianças são as mais afetadas pela fome e pela
des-
nutrição:
'A CADA ANO, 8 MILHÕES DE CRIANÇAS MORREM AN-
TES DE COMPLETAREM CINCO ANOS, DEVIDO À FOME
ASSOCIADA A DOENÇAS'.
Pensamento: a cada ano morrem 100 estádios do Ma-
racanã lotados de crianças. Ou ainda, praticamente
10
estádios do Maracanã lotados de criança
por mês. Ou
ainda, praticamente 2,5 estádios do Maracanã lotados
de crianças por semana. Ou, praticamente metade da
lotação do estádio do Maracanã,
por dia. Ou 1.500 cri-
anças por hora. Ou mais ou menos 25 por minuto, fe-
chando em 1 criança morta a cada 2,4 segundos; em
meu cálculo grosseiro; ao fim e ao cabo fechand o nos
3 segundos como intervalo de mortes. A desnutrição,
as-
sim, é uma 'serial killer', uma 'assassina em série',
é pro-
motora de uma 'fábrica infanticida'.
Os 'Médicos Sem Fronteiras (MSF), realizaram, em
2010, 370.555 atendimentos em Nutrição de Crianças.
'MSF' mantém 'Centros de Nutrição Intensiva'
para
crianças em estado crítico e 'Centros de Nutrição
Ambu-
latorial' para evitar que cheguem ao estado crítico.
ATU-
ALMENTE, CERCA DE 180 MIL CRIANÇAS PASSAM POR
ESSES CENTROS.
Segue.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
EXTRE-
MA'? - PARTE DÉCIMA TERCEIRA -
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To: medicina1986-UFRGS@provedor.com.br
Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)', listo outros serviços prestados no
a-
no de 2010:
1- consultas ambulatoriais: 7.334.066;
2- internação de pacientes: 362.266;
3- partos: 151.197;
4- intervenções cirúrgicas: 58.326;
5- intervenções clínicas e cirúrgicas
em casos de trau-
mas violentos: 39.993;
6- diagnóstico e tratamento de HIV: 775.663;
7- tratamento de tuberculose: 31.249;
8- vacinação contra sarampo e meningite: 6.076.841;
9- tratamento de malária e cólera: 1.157.645.
Ainda tenho mais.
Ricardo Bing Reis. |
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QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE DÉCIMA QUARTA -
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)', listo agora depoimentos:
1- 'Essa população conta com um médico
a cada 15 di-
as. Quando chego no carro dos 'MSF', o centro de
saúde fica lotado. Atendo mais de 100 pessoas num
dia! Mas ver os resultados é compensador. O Sr. Luís,
por exemplo, tinha tuberculose e um caso raro da ma-
lária pulmonar; com 1,75m de altura, pesava 27kg.
Com uma semana de tratamento, ele voltou a comer.
Quinze dias depois, sentava. Ele, agora tem chance de
vida'. Dra. Raquel Yokoda, Moçambique.
2- 'Fui enviado a uma região remota do Sudão do
Sul pa-
ra uma campanha de vacinação contra o sarampo.
A
doença vinha causando grandes danos, com vários
ca-
sos de morte. Passamos 12 dias visitando aldeias isola-
das de tudo. As pessoas nos agradeciam tanto por es-
tarmos lá e cuidarmos delas!' Dr. Sérgio Castro,
Sudão.
3- 'Fazia cerca de 40 operações por dia. Havia
feridos de
todas as idades e sexos. As amputações eram frequen-
tes, uma vez que muitas pessoas ficaram sem nenhum
tratamento por muito tempo e os ferimentos acabaram
necrosando.' Dra. Eliane Mansur, Haiti (pós terremoto).
E vamos mais.
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MA'? - PARTE DÉCIMA QUINTA -
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)'.
O socorro tem que ser tão primário que se baseia
na
sobrevivência orgânica. É claro que o emocional
vem as-
sociado em frangalhos.
Conforme já mencionei, evito escrever sobre temas on-
de não tenho vivências. Mas gostaria de registrar
algo so-
bre o estado emocional destas pessoas. Assim, transcreve-
rei pelas palavras de quem viveu esta experiência. Em
ma-
is 2 depoimentos:
1-'Os casos cirúrgicos são bastante comuns e temos
tra-
balhado incansavelmente. Tenho aprendido muito com
a força interior destas pessoas. Uma menina de 12 a-
nos teve sua perna amputada e, no dia seguinte à o-
peração, vê-la sorrindo docemente e pedindo
um par
de muletas para sair da cama foi uma surpresa emoci-
; onante para todos'. Dr. Otávio Omatti, Congo.
Comento com a máxima:
'A dor ensina a gemer'. Talvez o sofrimento extremo
pelo convívio crônico com a miséria, provoque
um pre-
coce amadurecimento da pessoa, desproporcinal para
a idade. Bem como já percebi que a pobrez une as pes-
soas, se ajudam nas necessidade e tragédias. Talvez o
inverso seja verdadeiro, onde os ricos só são
unidos se
por festa ou parceria para ganhar ainda mais dinheiro.
São as relações por interesse, que nada
tem de verda-
deiras.
Sequência garantida.
Ricardo Bing Reis. |
POR
QUE ESTE WEB-SITE SOBRE 'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE DÉCIMA SÉTIMA -
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Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)':
1- Independência e credibilidade: mais de 80% dos
fundos vem de indivíduos voluntários. É
graças à genero-
sidade destas pessoas e ao engajamento delas que os
'MSF' se mantém totalmente independente dos poderes
políticos, econômocos e religiosos;
2- Atende os mais necessitados, sem discrimação
ét-
nica, religiosa, política ou econômica;
3- Chama a atenção do mundo para povos e sofrimen-
tos que não entram na pauta dos meios de comunicação,
pois não rendem lucros(!);
4- A sua participação realmente faz a diferença;
5- Em mais de 60 países, mantendo a esperança
de
vida para milhões de pessoas . É gente que mantém
vi-
va esta esperança;
6- Em fome e desnutrição, epidemias e endemias,
ca-
tástrofes naturais, conflitos armados e pós-conflitos;
7- Trabalha-se pelo mais importante, ou seja, a saúde
e a vida de milhões de pessoas;
Segue.
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ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)':
1- Independência e credibilidade: mais de 80% dos
fundos vem de indivíduos voluntários. É
graças à genero-
sidade destas pessoas e ao engajamento delas que os
'MSF' se mantém totalmente independente dos poderes
políticos, econômocos e religiosos;
2- Atende os mais necessitados, sem discrimação
ét-
nica, religiosa, política ou econômica;
3- Chama a atenção do mundo para povos e sofrimen-
tos que não entram na pauta dos meios de comunicação,
pois não rendem lucros(!);
4- A sua participação realmente faz a diferença;
5- Em mais de 60 países, mantendo a esperança
de
vida para milhões de pessoas . É gente que mantém
vi-
va esta esperança;
6- Em fome e desnutrição, epidemias e endemias,
ca-
tástrofes naturais, conflitos armados e pós-conflitos;
7- Trabalha-se pelo mais importante, ou seja, a saúde
e a vida de milhões de pessoas;
Segue.
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EXTRE-
MA'? - PARTE DÉCIMA OITAVA -
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Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
dando mais continuidade ainda ao tema 'Médicos Sem
Fronteiras (MSF)':
1- Compromisso com a transparência - os recursos
recebidos de todo o mundo são empregados em 82%
nos projetos, compra de medicamentos, equipamentos,
tratamento de água, etc. Ainda 13% são empregados
pa-
ra conseguir apoio de doadores; e 5% cobrem os custos
de administração.
2- Informações: WWW.MSF.ORG.BR ;
3- As informações sobre 'MSF', eu garimpei de
um
periódico que recebi como mala-direta, dos 'Médicos
Sem
Fronteiras' ou 'Medecins Sans Frontieres'.
Comento que, contribuindo, é como 'dar o peixe'. No
caso, pelo menos num primeiro peixe, tem-se que dar o
peixe; pois caso contrário não teremos muitos
sobrevi-
ventes. Não teremos pessoas, o substrato da vida.
Mas é claro que o passo seguinte será 'ensinar
a pes-
car'. Ouvi há 2 dias, na rádio CBN, que a miséria
diminu-
iu em vários países da Amé rica Latina
de 20% para 10%!
E esta diminuição se deu por iciciarem a trabalhar.
E, a
raiz da mão-de-obra qualificada sempre foi, é,
e sempre
será a educação.
Tudo tem seu momento. O atual é sobreviver. 'Viver',
no sentido de 'qualidade prazerosa de vida', nem em uto-
pia.
E pensar que há quem diga que, este tal mundo moder-
no está evoluído; a famosa frase 'admirável
mundo novo'.
Ou seria mais adequado 'abominável mundo novo(!)'...
Mais um pouco na sequência.
Ricardo Bing Reis |
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'O SOFRIMENTO HU-
MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
ÀS PESSOAS QUE NÃO PERTENCEM À 'POBREZA
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MA'? - PARTE DÉCIMA NONA -
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e TODOS demais internautas,
que nós saibamos canalizar nossa Natural, inerente
e bi-
ológica onipotência para o lado construtivo,
do bem, di-
to social/comunitário ou altruísta. Observe
que isto não
tem absolutamente nada a ver com socialismo/comunis-
mo; mas sim com produção equilibrada e consumo
cons-
ciente; sempre deixando um pouco de si, para a miséria
extrema.
Dê sim vasão à sua vontade de fazer algo,
à sua oni-
potência positiva.
Vendo as fotos e documentários, ouvindo no rádio
ou lendo as reportagenss, sobrevém uma sensação
de im-
potência, tamanha a magnitude do problema.
Tendência é a acomodação, pois
nos descortina uma
sensação de serinútil tentar reagir.
Cedemos à inércia.
Aí vem uma estoriazinha que lembro da infância
onde
um passarinhopega água com o bico par derramar sobre
a floresta em chamas. E disse ter,pelo menos, feito a par-
te dele. Não tenho certe se a estória é
bem esta, mas ser-
ve. Não se acomodou.
Faça sua passag em pelo mundovaler a pena para o
mundo. Valer a pena para si mesmo, todos tentam e ten-
tam. Mas acho que poucos avaliam se sua passagem pe-
lo mundo é vantajosa para ele, mundo; ou se foste um
parasita, que nada somou e talvez tenha ainda sugado.
Neste último caso, és um inútil. Dispensável.
Não pre-
cisava e não devia ter vindo.
O mundo é uma corrida de bastão, aonde o cansado
passa para o jovem, que sai correndo até cansar pela
i-
dade e que também passa o bastão, numa sequência
de
4. É como se o avô passasse o mundo dele ao filho
que
passa o mundo dele ao neto, que repassa seu mundo ao
bisneto. Se você não passa de um exclusivo egoísta,
não
se preocupará em passar o bastão da forma mais
adequa-
da; estará atrapalhando, a equipe chegará por
último. An-
tes não tivesse vindo, para que se colocasse um substitu-
to.
Muitos ficam ricos, para si, mas nada acrescentam ao
mundo em que viveram, e que será de seus descenden-
tes; já que, na analogia que fiz, o bastão é
a genética;
a transmissão de nossa carga genética aos devir,
como
que parte de nós se perpetuasse nos outros, sendo assim
como que uma vida eterna biológica; uma imortalidade
biológica.
Minha mãe e avó sempre mediziam que não
poderia
deveria reclamar da vida, tendo em vista o que acontece
aos 'desgraçados' miseráveis da África;
e/ou outros tipos
de mazela que não raram por aí.
Quanto a isto,, é inegável que existe uma faceta
de
coerência nisto; mas també m não podemos
subestimar
que cada qual tem sua realidade e, dentro dela, suas va-
riantes. Estas, podem ser eterminantes de tristezas em
frequências e intensidades tão desagradáveis
que resul-
tam em depressão, descontentamento, irmãos gêmeos
univitelinos da infelicidade.
Portanto, alto lá. Cada qual com suas maselas e res-
peitemos cada qual a sua e dos outros.
Reclame da vida se estiver insustentável, mas não
se
deixe auto-contagiar progressivamente pelo pessimismo
e mau humor que emana do seu cérebro. Poupe os ou-
tros das desproporcionalidades.
Terra arrasada nunca. Lembre-se que, assim como
quando está bom a tendência é dar uma
queda, mais ce-
do ou mais tarde; em compensação, vem o vice-versa.
Procure ajuda das mais variadas formas, sempre.
Ricardo Bing Reis.
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MANO E A MORTE', SE PRESTA, PREFERENCIALMENTE,
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Date: 25 Frid. Oct, 2011 0000
Aos meus amigos-médicos e todos demais internautas,
este web-site se presta à todos seres vivos passíveis
de
sofrer e morrer; assim, a todos os Seres Humanos.
Mas o raciocínio, se prestará mais às
pessoas não ex-
tremamente pobres; não em miséria.
PESSOAS EM SITUAÇÃO DE POBREZA EXTREMA NÃO
TENDEM A TER COMPUTADORES E, ASSIM, NÃO TEM
COMO ACESSAR AO SITE.
Nos países muito pobres, que beiram condições
de mi-
serabilidade e situações até sub-humanas,
o sofrimento
é de tal forma e tal monta, que não sei definir
nem des-
crever, por nunca ter tido uma suficientemente significa-
tiva experiência 'in vivo'.
Como todo médico brasileiro, já exerci a profissão
a
comunidades carentes, mas não vivi o cotidiano destas
comunidades muito pobres. Penso ser sempre sensato
não escrever sobre o que não se tem vivência.
Então
pesquisei informações que coloquei nos textos
anterio-
res, com este mesmo título.
Nestes locais, por exemplo, regiões da África,
regiões
da América Latina e Ásia, as cau sas de morte,
em supo-
sição minha, seriam mais ou menos assim:
A- 1/4 relacionadas à desnutrição;
B- 1/4 relacionadas à doenças infecto-contagiosas;
C- 1/4 relacionadas à acidentes (que incluem alco-
olismo, drogas, criminalidade, narcotráfico, etc);
D- 1/4 por outras causas.
ASSIM, GROSSO MODO, TEMOS AQUI, AS CONDI-
ÇÕES DE VIDA E AS DOENÇAS, COMO GÊNESE
DA
INFELICIDADE.
Em contraste, os países ricos, ditos 'Desenvolvidos',
tem como 'causas mortis' doenças que, ao contrário,
são causadas, à minha ótica, pela infelicidade.
Recaptulando. Enquanto nos países pobres as doen-
ças, grosso modo, geram a infelicidade; nos países
ri-
cos, a infelicidade, gross o modo, gera as doenças.
Assim, as doenças mencionadas são fruto apodreci-
do do estresse, para mim, o mal maior da fatia da hu-
manidade não-miserável. O estresse arquiteta
a estru-
tura anátomo-patológica que resulta surpresas
fatais,
agindo sorrateira e traiçoeiramente. Darei um percen-
tual nem tão fiel à realidade, enquanto que
também
não tão longe dela:
A- 1/4 de doenças cárdio-vasculares: proporcio-
nam com maior destaque as isquemias cardíacas com
suas anginas, quando avisa; isquemia cerebral transi-
tória e de definitiva (infarto); hemorragia cerebral
('der-
rame'); estes 2 últimos chamados de 'AVC';
; B- 1/4 por cânceres variados,; visto que o estres-
se aplaca significativamento o sistema imunológico;
C- 1/4 por acidentes (que incluem alcoolismo, dro-
gas, perfil maníaco, criminalidade, narcotráfico);
D- 1/4 por outras causas..
ASSIM, GROSSO MODO, TEMOS AQUI, O ESTRESSE
E A SUA INFELICIDADE, COMO GÊNESE DA MORTE.
Acredito que as pessoas, por mais que neguem, pen-
sem na morte, nem que disfarçadamente por forma indi-
reta. É o 'vazio existencialista' do não mais
existir, ao mor-
rermos. Talvez mais correto fosse dizer 'Não-Existencialis-
mo'1... E bem aqui entra, como veremos depois, a 'in-
dústria do workaholic', que, desde criança,
é sugado para
o materialismo selvagem, 'material girl' como diria Madon-
na. A economia surreal te contamina a cabeça pelo vírus
da felicidade em comprar coisas que te farão feliz.
E vai
estourar no lado mais fraco, no componente da economia
real, o pobre rico trabalhador-locomotiva; saindo na boa
a economia surreal dos bilionários mega-investidores
dos
'fluxos de capitais'.
VOCÊ NÃO PRECISA SER PORTADOR DAS DOENÇAS
DO ESTRESSE PARA SER MAIS UMA DAS VÍTIMAS DELE.
AS DOENÇAS APENAS EXEMPLIFICAM ATÉ ONDE PODE
CHEGAR SUA MALIGNIDADE, OU SEJA, SEU PODER DE-
LETÉRIO. BASTA IR MINANDO TEU CÉREBRO COM DES-
CONTENTAMENTOS SERIADOS PARA UMA RESULTANTE
DE INFELICIDADE VELADA.
Ricardo Bing Reis.
|
POSTADO
EM REDES SOCIAIS

É
NA EDUCAÇÃO
Ricardo
Bing Reis Com relação à geração
Y, coincidentemente estou aqui com um recorte de uma revista
destas pequenas e gratuitas, que define-os como pessoas jovens
na faixa de 16 a 20 anos. Em 2013. Se caracterizam, em boa
parte, pelo "tudo querer" e o "é preciso
estar conectado". Isto fica acima de tudo. Suas onipotências
desmedidas, os fazem "querer o mundo", de todas
as formas, por viagens, festas, online, redes sociais, ser
popular, ser bonito, compra de produtos vários; sem
autocontrole para pôr em prática seu 'não
poder'. Gastam enlouquecidamente. Insaciáveis, terminam
de comprar algo e já precisam de um novo algo. Lançam
mão dos créditos fáceis e se endividam
até o último centavo. Resultado é um
atual 40% de inadimplência. É o maior grupo percentual
de pessoas com dívidas em atraso, que, não raro,
acabam se tornando impagáveis, por ação
dos juros e dívidas sobre dívidas. Não
se trataria, acho, apenas da falta de educação
financeira e desorganização matemática;
mas, penso, desorganização de dentro (psico-mental),
que não veio de casa.
11 de maio de 2013 às 22:38 ·
Ricardo
Bing Reis E, num destes artigos bons de internet, li que tais
jovens da Geração Y, não conseguem respeitar
hierarquias e ter chefes/patrões. Eles precisam ser
o líder. Conhecedores de tecnologia e informações
várias, querem ensinar seus superiores. Ora, se 'ensinavam'
seus subordinados pais em casa, como não fazer na empresa?
Ao final, o artigo sugeria o empreendedorismo para tais pessoas.
Mas, penso eu, que empreendimento dará certo montado
na arrogância e petulância?
11 de maio de 2013 às 22:42
Ricardo
Bing Reis Não sei praticamente nada com relação
à geração "Z". Apenas, já
meio chutando, que seriam ainda mais tecnológicos que
os "Y". Pela lógica, não necessariamente
correta, seriam ainda mais jovens, imagino que entre 10 e
14 anos. Em 2013. Caso sim, o que parece-me, é que
o mundo está 'produzindo novos tipos de pessoas' a
cada 5 ou 6 anos. A minha ainda maior preocupação,
é que faltará alfabeto para qualificar as devir.
11 de maio de 2013 às 23:09 ·
Ricardo
Bing Reis Por outro lado, há pais que transcendem o
limite do bom senso no aporte de aparelhos eletroeletrônicos
e de informática para seus filhos. Estes iPhones e
similares, tem aplicativos e joguinhos, além de 'bate-papos'
por redes sociais, que são muito atraentes para sequestrar
a concentração para eles, aparelhos. Com isto,
os pais 'se livram' do trabalhoso ofício de educar
os filhos, se omitindo para ter tempo livre para seus afazeres
em prol dos 'não fazer' em relação aos
filhos. Educar um filho dá sim muito trabalho, exige
muito esforço, muita força de vontade, grande
auto controle; e, sacrifício de grande parte de sua
vida privada e planos variados (principalmente profissionais),
por mais que a pessoa se planeje para atenuar. Não
é uma tarefa passível de terceirização,
nem de se passar uma borracha dando aparelhos que os absorvam.
16 de maio de 2013 às 22:49 |
|
É
NA EDUCAÇÃO CONT
Ricardo
Bing Reis Agindo desta forma, os pais se afastam fisicamente
e afetivamente de seus filhos. Assim, perdem o ponto para
dar os limites necessários nas horas necessárias.
Resulta em uma omissão que, certamente, justificaria
grande parte das pestinhas infantis, adolescentes, adultas
e até idosas que andam por aí.
16 de maio de 2013 às 22:54
Ricardo
Bing Reis Li em alguma postagem, de autor que não lembro,
que "Indisciplina na escola é reflexo da falta
de regras e limites em casa".
16 de maio de 2013 às 22:58
Ricardo
Bing Reis Na minha infância, tive uma educação
muito rígida e religiosa como pano de fundo. Tive que
fazer psicoterapia na adolescência para desvincular-me
de conceitos e preconceitos que limitavam muito minha vida
em relação a como eu queria que fosse, por superego
pesado e limitante. Após muito esforço, consegui
alcançar o estilo de vida que desejava. Logo, penso
que, sem dúvida, o desequilíbrio em limites
e regras, tanto para um lado quanto para outro, são
lesivos e maléficos. O equilíbrio é difícil
de atingir. Responder que basta ter 'bom senso' para isto,
seria vago, pois haveria de se conceituar o que é ou
não 'bom senso'. Alguém se atreveria a isto?
Concluo que a complexidade é tão grande que
'bom senso' é uma questão em aberto; e, variável
para cada pessoa.
16 de maio de 2013 às 23:12
Ricardo
Bing Reis Excesso de limites, assim como pode sim desencadear
rebeldia, pode, mais ainda, penso eu, desencadear recalque
por 'abafamento de vontades', tal sublimação.
16 de maio de 2013 às 23:14 · |
É
NA EDUCAÇÃO CONT
Ricardo
Bing Reis Ainda com relação à 'Geração
Y', hoje, no jornal, vi uma reportagem de um contraponto,
uma suposta 'Geração C'. Seriam consumidores
(não consumistas), seriam tolerantes; e, seriam também
muito bem informados e formados. Inclusos no mesmo período
etário, jovens de 18 à 30 anos. Deu-me a entender,
pelo menos em parte, que seriam estes, mais da classe média
baixa (se é que existe esta estratificação
financeira); e, este comportamento, consolidaria a ascensão
da nova classe média. E apresentou exemplos da vida
de jovens centrados, focados e obstinados. Além de
ponderados. Ah, de sucesso nas buscas de seus objetivos.
19 de maio de 2013 às 00:43 ·
Ricardo
Bing Reis Então, haveria uma TENDÊNCIA da 'Geração
Y' ser de 'Mauricinhos e Patricinhas filhinhos de papai'?
Haveria, por outro lado, uma TENDÊNCIA da 'Geração
C' ser de pessoas que precisaram lutar mais por seus espaços?
Não me causaria nenhuma surpresa se sim.
19 de maio de 2013 às 00:46
Ricardo
Bing Reis 'Criar' teria conotação com 'sustentar
fisicamente', talvez daí a palavra cria-nça.
Mais ligado à responsabilidade da 'sobrevivência
orgânica' pelo ato provedor do(s) responsável
(veis). 'Educar', teria conotação com 'formar',
mais ligado ao objetivo de dar afeto, apego, carinho e limites;
no lar. 'Ensinar' teria conotação com 'informar',
mais ligado ao objeto de estudo escolar. Desta forma, faz
sentido uma frase solta que achei hoje em rede social: "É
mais fácil ensinar do que educar. Para ensinar, você
só precisa saber; mas para educar, você precisa
ser"!
19 de maio de 2013 às 00:55 |
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